Blog da Editora Dialética

Romance, ficção, política e outros temas estão presentes no livro “Sem Trégua: um legado de ensinamentos de como sobreviver à pobreza e à vida profissional no meio político”, da escritora Aracilba Alves da Rocha. Livro publicado pela Editora Dialética será lançado em 8 de julho em João Pessoa

Aracilba Alves da Rocha é uma profissional que vive atualmente em João Pessoa, na Paraíba e possui 40 anos de experiência em administração de empresas públicas. A escritora é Graduada em Engenharia Civil, Especialista em Gerenciamento de Empresas Públicas, Planejamento Urbano, Gestão de Habitação Popular e Finanças Públicas. Além disso, possui vasta experiência em Gerenciamento Executivo, que abrange empresas do Setor Elétrico, Telefonia, Saneamento e Transporte, Finanças Públicas, Administração e Planejamento.

Em “Sem Trégua: um legado de ensinamentos de como sobreviver à pobreza e à vida profissional no meio político” a escritora Aracilba Alves da Rocha traz uma mistura de realidade e ficção. A obra de 24 capítulos, como posto na introdução do livro, nos conta a história de Aliete Luci, menina nascida num lugar inóspito do sertão de Colinas, tinha tudo para não sobreviver. No entanto, agarrada à beleza da natureza, conseguiu, com perseverança, renascer a cada dia, sem que nada, nem ninguém, pudesse ser empecilho à sua caminhada, traçando uma trajetória histórica relatada neste livro. Graças ao dom da linguagem lógica dos números, conseguiu se formar em Engenharia, foi professora de Matemática e Estatística. Estudou Retórica, História da Humanidade, História da Civilização e Matemática. Usou sempre as ciências exatas para avançar em conhecimentos gerais e resoluções práticas da vida, de forma simples, como é relatado aqui, nos seus resumos históricos.

Já no início da obra, Aracilba brinca ao avisar aos seus leitores que qualquer semelhança na história de Aliete com a sua própria história é uma mera coincidência. Isso porque, a escritora traz de forma muito enfática a mescla da sua biografia com a história de ficção que escreveu. 

“Esse livro pode ser considerado uma autobiografia em ficção, porque eu não sou eu lá dentro, eu sou a autora”, esclarece a escritora. 

Aracilba conta que embora sempre tenha sido curiosa, por sua condição de infância humilde, só aprendeu a ler aos 10 anos e a partir de então queria ler e conhecer tudo. Com isso a escritora passou por leituras que, segundo ela, despertaram muita curiosidade e muita vontade de conhecer outras obras e temas. 

“Tinha uma biblioteca pública perto da escola onde eu fui estudar e eu me dediquei a essa biblioteca, eu saia da aula e ia direto para a biblioteca, passava a tarde lá”, conta Aracilba. 

Assim, a escritora começou a construir seu gosto pela leitura, de forma a ler de maneira assídua até os dias de hoje. No entanto, Aracilba relata que ela sempre buscava interpretar a leitura a seu modo, característica que ela possui até hoje. 

“Eu lia um livro como ‘A Vida do Doze Césares- Suetônio”, já naquela época, e eu interpretava a personalidade dos reis e não a história deles. Pela história contada das guerras, das lutas e do poder, eu interpretava a personalidade do cidadão e fui me acostumando a isso em todas as leituras mais densas”, destaca Aracilba / Foto: Arquivo Pessoal.

Por essa singularidade, Aracilba chegou a pensar que sua vocação era para a psicologia, mas por fim se deu conta que para a vida profissional a matemática lhe chamava muito mais atenção. 

“Eu disputei com as primeiras máquinas de calcular, porque eu calculava muito rápido, então eu fui fazer Engenharia Civil, realmente o que eu queria.”, relata Aracilba.

Neste período, a escritora conta que já era casada, tinha um filho, mas sua realização pessoal não impediu as curiosidades que ela tinha e continuou tendo.

Com esta breve apresentação do currículo, formação e experiência de Aracilba, após a leitura de “Sem Trégua: um legado de ensinamentos de como sobreviver à pobreza e à vida profissional no meio político”, o leitor certamente entenderá porquê qualquer semelhança entre as histórias e vida de Aracilba e Aliete é mera coincidência.

Como o próprio título da obra afirma, “Sem Trégua” se trata de um legado de ensinamentos de como sobreviver à pobreza e à vida profissional no meio político, apresentado de maneira clara e fluida por meio da ficção. Nesse sentido, Aracilba nos conta que se familiarizou inicialmente com a política aos 17 anos, pois, além da sua aptidão para os números, ela também sempre teve o dom da escrita e na metade da sua adolescência começou a escrever as pautas das reuniões dos deputados e senadores de um partido político e  participou do movimento dos estudantes da época, que reivindicavam a igualdade. A escritora relata que seu papel no movimento era escrever panfletos, porque ela escrevia rápido, baseado em muitas histórias que já havia lido. Essa experiência, a escritora conta que resultou na época em situações inusitadas. 

Aracilba conta que as decisões que ela tomou – como quando saiu da Paraíba e foi morar em São Paulo, onde viveu por 6 anos, após grandes impactos de tormentas e perdas – foram acontecimentos complexos, mas importantes para o seu amadurecimento, principalmente, político que aconteceu, conforme a escritora, muito cedo. 

“Fiz curso de especialização em finanças na FGV com o amigo e professor Bresser Pereira, e isso me impulsionou muito. Os novos colegas do emprego faziam parte, de um grupo muito intelectualizado e com muito conhecimento. O aprendizado em São Paulo foi importante para a evolução do meu conhecimento. declara a autora. 

O livro “Sem Trégua: um legado de ensinamentos de como sobreviver à pobreza e à vida profissional no meio político” começou a ser produzido em 2010, mesmo ano em que Aracilba descobriu uma doença extremamente séria e severa, o câncer de mama.

Como a obra carrega muitas das histórias de vida da autora ela conta que os primeiros registros foram os mais difíceis, pois é o momento em que ela introduz a história, mas privada vivida pela personagem Aliete e suas grandes perdas 

A partir disso, há cerca de três anos, Aracilba relata que voltou a mexer no livro e entrar em outras histórias. O que exigiu dela estreitar os livros que ela lia para traduzir seu conhecimento de filosofia, de política e de história. 

“Me ocupei do livro na pandemia e quando foi para publicar eu consultei um grande jornalista e escritor Jorge Caldeira, amigo e pessoa excepcional, que ao ler o manuscrito me disse que era uma boa e grande história e que era para mandar para as editoras, aí que eu criei coragem”, expõe a autora.

No entanto, além desse incentivo, outro ponto de partida para a publicação de fato do livro de Aracilba foi o sentimento de que ela precisava deixar registrado seu conhecimento, pois para a escritora se a pessoa possui um conhecimento verdadeiro, ela não deve morrer sem ensinar outras pessoas como enfrentar algo, como fazer ou como recomeçar. 

Eu recomecei tantas vezes que perdi as contas. Quando eu aprendi a ler, quando enfrentei as tempestades da vida. Então, há sempre um recomeço. E foi isso que me impulsionou

Aracilba Alves da Rocha

E ainda assim, por conta do que as pessoas poderiam pensar, Aracilba conta que considerou parar a escrita inúmeras vezes, mas ao assistir o filme “Cidadão Ilustre”, filme Argentino, em que o personagem, um  grande escritor premiado,  retorna a sua cidade  natal e é recebido como    uma pessoa igual a todos ali,  passando por situações vexatórias ao mesmo tempo hilárias.    A história do filme, serviu de incentivo a não desistir, pois existem diversos tipos de pessoas e se uma não se agrada de algo terá sempre alguém com uma bagagem diferente que irá se identificar. Além disso, a procura e interesse que a autora está tendo por sua obra mesmo antes do lançamento é algo que prova o contrário do seu pensamento momentâneo de desistir. 

“Mesmo as pessoas me conhecendo, elas me conheciam superficialmente pelos cargos que eu exercia e não pelo meu pensamento e como eu cheguei aqui, então isso está impactando as pessoas. Nós vamos fazer o lançamento no dia 8 de julho, as 19hs, em João Pessoa na Livraria do Luiz, filial do Mag shopping. 

Logo, como seu livro é uma história de ensinamentos, de luta e de fé, chegou um certo momento em que a autora entendeu que tudo daria certo, porque, embora a obra não seja de auto ajuda, e sim de realidade, ele se transforma em um suporte para as pessoas enfrentarem seus problemas. 

“Pessoas entre 20 e 40 anos seriam bons leitores deste livro e por isso que eu achei bom colocar em e-book, porque facilita para as pessoas que não querem ler o livro físico e é bom porque o Meio Ambiente agradece”, pontua a escritora. 

O fato de o livro ser lançado nos três formatos, impresso, e-book e audiobook, foi um dos motivos pelos quais Aracilba optou pela Editora Dialética em relação às outras editoras. A escritora diz que procurava inovação para a sua obra e a Dialética lhe ofereceu isso. 

“Vocês tinham uma cartilha falando sobre livros literários e o meu livro foi escrito intencionalmente como um romance, mas ele é literário e eu disse ‘é essa empresa’”, conta a autora. 

Aracilba disse ainda que ao receber a proposta de outra editora interessada em sua obra, ela desconsiderou, “porque elas não evoluíram, se eu fizesse lá não ia chamar atenção da minha neta, por exemplo”, finaliza a escritora. 

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